Monday, October 12, 2009

21 coisas.



quote: 'anything like a bathrobe would make me feel a fine person, but being with ya last night had shown I can't reciprocate in my current state. I've closed my eyes and frown as I see your pais of legs fading. That wasn't a fact luck and I'll become bubbles just for staring at the wall 'till you return. Yes, I think you'll never know.'


Você fica alegre quando outra pessoa é bem sucedida?
Você não joga sujo quando se está numa competição?
Você tem uma grande capacidade intelectual,
mas sabe que sozinha ela não significa sabedoria?
Você vê tudo como uma ilusão?
Mas aproveita mesmo você nao sendo disso?
Você é, ao mesmo tempo, masculino e feminino?
Politicamente consciente? E não acredita em pena de morte?


Estas são as 21 coisas que eu quero em um amante.
Não necessariamente exigências, mas qualidades que eu prefiro.


Você fica alegre por se entregar e perceber que amar alguém pode,
Na verdade, ser como ter liberdade?
Você é engraçado? A lá auto-depreciativo? Gosta de aventura?
E tem muitas opiniões formadas?
Eu não estou com pressa, eu poderia esperar para sempre,
Eu não estou com pressa porque gosto de estar sozinho.
Não há preocupações e certamente não há pressão,
Enquanto isso, viverei como se não houvesse amanhã...

Você é desinibido na cama? Mais de três vezes por semana?
Aberto a experimentar coisas novas?
Você é atlético? Você está num trabalho que ajuda seu irmão?
Não é viciado?

...você é curioso e comunicativo?

Thursday, July 9, 2009

Desistir.



Já não sei mais aonde foi que me perdi.

Sei só que ficou pra tras ha muito tempo.

Preciso vomitar, toda essa falta que me preenche,

falta de afeto,

falta de humanismo,

falta de compreensão,

falta de consciência.

Me sinto desfoque,

apagado,

esquecido,

temeroso,

retirado e ilícito.

As melhores jóias foram-se por conta própria,

uma a uma,

observando meu amanhecer chuvoso,

empestiado de algo ruim e pegajoso.

Quero desistir,

assim como todos desistiram de mim,

quero ser mais um a desistir.


(V. Gobatti)


Wednesday, May 20, 2009

The Lord.



" She walks in beauty, like the night
Of cloudless climes and starry skies;
And all that 's best of dark and bright
Meet in her aspect and her eyes:
Thus mellow'd to that tender light
Which heaven to gaudy day denies. "
(she walks in beauty - Lord Byron - 1814)


O que é o trabalho? Para que trabalhar? Para 'quem' trabalhar? O que colhes disto? O que oferece? Trabalhar para girar a roda capitalista? Desprender horas de seu tempo em uma empresa, gerando lucro a um patrão?


A típica e desnecessária frase clichê tenta responder: '- O trabalho dignifica o homem'.

Seria o trabalho de 6 a 8 horas esse divisor de aguas? Entre o homem digno e o indigno, entre o que tem valor e o useless? Não! Que loucura.


Essa frase só receberia interepretação correta se falassemos em trabalho ao próximo, doado e espontâneo, que provocasse o mundo para um despertar consciente. Um trabalho limpo e útil, algo de dentro pra fora, e não ao contrário.


Tenho gasto meu tempo com pesquisas, leituras, cultura, projetos, filmes, músicas, entretenimento intelectualmente enriquecedor. Aprendi a tocar violão (very baddly), tenho me permitido e me respeitado. Sem pressão, sem tentar ser duro comigo mesmo. Aceito meu tempo, aceito minhas condições, vivo e vivo.


Tenho também observado muito as pessoas e suas afobações e psicoses (lot of crazyness i've seen), e tenho me sentido abençoado e maravilhado. Humanos...seres incríveis, formidáveis. Todos dentro de suas cascas e em cima de suas montanhas, fazendo suas análises cada vez mais neuróticas, mas tudo isso por uma só finalidade: ser feliz.


Sem mais, sem mais.

Monday, January 26, 2009

Pode ser que seja provavelmente amor.




Choques elétricos?
Eu os amo!
Com você, duzias ao dia.
Mas antes que eu me maravilhe
Onde está aquele amor que você me prometeu?
Onde está?



(björk - possibly maybe)

Tuesday, January 13, 2009

Orquídia Negra



'Tenho culpa suficiente para iniciar minha própria religião' - Tori Amos.


Todos os dedos nessa sala estão apontados pra mim,
Eu gostaria de cuspir na cara de todos, mas tenho medo das consequencias.
Eu tenho uma bola de boliche no meu estomago, um deserto em minha boca,
É esperado que minha coragem se venda agora.

Tenho procurado por um salvador nessas ruas sujas,
Procurando por um salvador embaixo desses lençois sujos.
Tenho levantado minhas mãos – coloque mais um prego.
Sou justamente o que Deus precisa, mais uma vítima.

Por que nos crucificamos?
Todo dia eu me crucifico.
Nada que eu faço é bom o suficiente pra você,
Eu me crucifico.
Todo dia eu me crucifico.
E meu coração está cansado de ficar acorrentado.

Eu me divirto vendo um cachorro, implorando por amor,
Tenho que ter meu sofrimento pra poder ter minha cruz.
Eu tenho um gato chamado 'Easter', ele diz:
'Você nunca vai aprender?
Será só uma gaiola vazia, se você matar o passaro.'

Tuesday, October 28, 2008

Sem espuma sobre o cappuccino.



Tenho tido tanta vontade de escrever sobre tudo o que me passa pela cabeça, mas as ideias são tão desconexas e efêmeras que me enjoam.

Pois veja você,
Acordo todos os dias atrasado e nos poucos dias que me disponho a acordar cedo e fazer algo produtivo de manhã, empolgo tanto que perco o ônibus e chego atrasado no trabalho. A tarde segue quente, entre pessoas e mais pessoas, entre caras e bocas, escutando (as vezes sem ouvir) e ouvindo (as vezes sem entender). O celular toca diversas vezes ao dia e entre ignorar ou atender, deixo que aquele exato segundo decida, procuro não opinar.

Talvez seja coisa de
sagitariano, essa mania nômade e inspirada de seguir e admirar as horas. Penso que elas não deveriam ser incomodadas ou atrapalhadas pelo peso do futuro ilusório, as deixo acontecer. Talvez, ser sagitariano não explique nada, claro.

Desde que eu decidi que viveria por mim mesmo, as coisas não mudaram nem um milímetro, e não, isso não é ruim. Significa que não importa a postura que você tome, sua dor não sairá no jornal no dia seguinte.

Eu tenho a mania de rodear todos os assuntos, sem ter a coragem de realmente falar sobre eles, e vou me esgueirando até que você tenha esquecido...
esquecido de que eu falava de você.

Não quero ter de tomar partido, nem ter de reprimir algo em mim. Quero não julgar meus pensamentos nem desenvolver o hábito de não ser o que quero ser. E isso não é algo que me oponha à sociedade, não tenho comportamento caótico, nem quero criar uma revolução, apenas quero estar
livre para enlouquecer, se quiser.

Tuesday, October 21, 2008

'Me atirava do alto na certeza de que alguém segurava minhas mãos, não me deixando cair.
Era lindo mas eu morria de medo.
Tinha medo de tudo quase:
Cinema, Parque de Diversão, de Circo, Ciganos..
Aquela gente encantada que chegava e seguia.
Era disso que eu tinha medo.
Do que não ficava pra sempre.'